domingo, 19 de fevereiro de 2012

#NãoPago - Ato contra o aumento do passe 10/02


No último dia 10/02,  estivemos no Movimento pelo acesso ao transporte público em mais uma manifestação nas ruas de Uberlândia, contra o aumento abusivo do passe de ônibus. O movimento, que iniciou-se em contrariedade ao abusivo aumento do passe de ônibus de R$2,40 PARA R$2,60, continua em luta pela redução da tarifa e pelo acesso ao transporte público na cidade.
A Policia Militar armada BARROU estudantes e trabalhadores/as em protesto, inclusive no passeio, para que não chegassem à inauguração no novo viaduto, com a presença do Governador de Minas Gerais, Antônio Anastasia.
A LUTA continua, para ROMPER as AMARRAS da exploração dos empresários do transporte!








































quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Quem Somos?

                Infelizmente, apesar de a educação ser um direito constitucional, grande parte da juventude brasileira não tem o acesso garantido e a imensa maioria está longe de conquistar e conhecer o que é a Universidade.
Nós, do coletivo DialogAção, somos um grupo de estudantes que acredita que o movimento estudantil é uma importante ferramenta para que, coletivamente, possamos nos organizar para refletir e intervir no papel e na atual realidade da educação e universidade.
A educação, como os demais direitos sociais, não vem sendo prioridade no orçamento governamental e o Estado vem cada vez mais se afastando desta responsabilidade, transferindo-a para a esfera privada. Diante desta realidade, a universidade pública brasileira encontra-se em processo de sucateamento e precarização.
A reforma universitária que vem expandindo as universidades, e está colocada na UFU, prevê o aumento das vagas e campi sem o adequado financiamento e aumento de professores e técnico-administrativos em educação. Esta lógica, além de rebaixar a qualidade da educação e precarizar o trabalho dos servidores, vem reduzindo a educação superior em um caráter meramente técnico, para formação rápida de profissionais, buscando atender apenas as necessidades do mercado de trabalho.
Defendemos que a educação pública é um direito fundamental e deve ser garantido gratuitamente e com qualidade para todos. Cremos que o papel da educação está além da simples transmissão técnica de conhecimentos, mas tem a função de formar sujeitos críticos, capazes de refletir e intervir na realidade em que vivemos.
Assim, acreditamos que, como em diversos momentos da história, em que os estudantes e trabalhadores mobilizados transforam a realidade, devemos nos organizar e nos mobilizar, de forma coletiva, pela educação pública!
Atuamos nos Centros e Diretórios Acadêmicos, executivas de cursos, corredores e ruas da universidade buscando contribuir com reflexões e intervir na luta por uma educação humana, uma expansão que garanta qualidade do tripé ensino-pesquisa-extensão, acesso à assistência estudantil, à cultura e no combate do autoritarismo, da exploração, do individualismo e das opressões.
Justamente acreditando que somente a ação coletiva muda a realidade, construímos conjuntamente com outros dois coletivos estudantis_ Barricadas Abrem Caminhos e Domínio Público_ o ROMPENDO AMARRAS, uma tese ao movimento estudantil e um campo nacional de construção de lutas concretas em universidades de vários cantos do Brasil. 

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

3º Ato Público pela revogação do aumento do preço do passe de ônibus e pela redução da tarifa

Nota à imprensa

3º Ato Público pela  revogação do aumento do preço do passe de ônibus e pela redução da tarifa


Uberlândia, 19 de Janeiro de 2012

Nesta sexta-feira, 20 de janeiro de 2012, às 13h30min em Uberlândia estudantes, movimentos populares e trabalhadores uberlandenses estarão novamente organizados para uma manifestação pública contra o aumento da tarifa do transporte urbano, efetivada no último dia 16. A concentração ocorrerá na portaria principal da Universidade Federal de Uberlândia encaminhando-se para a Prefeitura de Uberlândia. Será protocolado um documento oficial com a reivindicação da revogação do último reajuste e do acesso imediato aos documentos do contrato de licitação e gestão do transporte urbano na cidade, exigindo a recepção do responsável imediato da administração para reunião com representantes do movimento.

O movimento que vem se constituindo já organizou duas manifestações no centro da cidade (nos dias 06 e 13 de janeiro), entendendo como abusivo o reajuste de 8,33% do valor da passagem de ônibus estabelecido no decreto nº 13.232 do dia 13/01/2012, que aumentou a tarifa de R$2,40 para R$2,60. O reajuste ocorreu arbitrariamente em forma de decreto, sem prévia especulação entre os usuários do serviço, sendo justificado pelo cumprimento do contrato estabelecido no ano de 2008 com as empresas que atualmente gerenciam o transporte coletivo na cidade. Desde a vigência deste contrato os reajustes vêm ocorrendo anualmente, na maior parte das vezes, sendo superiores aos índices identificados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Na tarde de hoje foi protocolado na Defensoria Pública do Consumidor uma petição assinada por entidades e organizações sociais pela averiguação de possíveis irregularidades na gestão do transporte público em Uberlândia.




quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Nacionalizar a luta #ContraOAumento no país inteiro! Transporte público tem que ser gratuito!

Nota da Oposição de Esquerda da UNE

Após um 2011 de muitas lutas, 2012 começa sendo agitado pela juventude indignada que toma as ruas na luta contra o aumento das passagens de ônibus em várias cidades brasileiras. A luta contra esse aumento está movendo a juventude brasileira, colocando-a novamente nas ruas. Nesse contexto de lutas, a unidade dos setores combativos é real e se faz necessária.


O aumento da passagem de ônibus é um dos primeiros efeitos imediatos que a crise econômica traz ao nosso país, Dilma e os prefeitos querem passar a conta para a juventude e os/as trabalhadores/as. Com a forte recessão financeira pela qual estamos passando no mundo todo, a saída que os governantes encontram são os planos de austeridade e os cortes de gastos públicos, principalmente via transferência destes gastos para o setor privado, acarretando um maior custo de vida para a população, como estamos vendo no caso da tarifa. Sem falar que a prioridade de Dilma em 2011 foi o pagamento dos juros da dívida, que consumiu 47,19% do orçamento. Em 2012, já se espera um corte de 60 bilhões do orçamento.


Dando seqüência a um movimento de lutas e indignações que marcaram o ano de 2011, estudantes e trabalhadores/as na cidade de Teresina/PI retomaram a luta iniciada em agosto do ano passado contra o aumento da passagem do transporte público. Da mesma forma acontece em Vitória, onde as ruas têm sido palco de intensas manifestações. Essas duas cidades, para além das grandes mobilizações, tiveram sua luta colocada em destaque na mídia nacional por conta da forte repressão policial, que foi amplamente divulgada pelas redes sociais. Em Teresina, já foram 40 presos em manifestações. Em Vitória, um estudante foi indiciado e outros intimados a prestar declarações ainda essa semana. A intenção dos governos é criminalizar o movimento para enfraquecê-lo, porém o que vemos é uma reação inversa: a cada novo ato de repressão, mais pessoas se indignam e aderem às manifestações, mostrando que a revogação do aumento da tarifa é indispensável. Por isso, se faz necessária a unificação do movimento estudantil com os/as trabalhadores/as e a população, só assim teremos vitórias como a greve dos Bombeiros e PM do CE.


Além de Teresina e Vitória que ocuparam posição de destaque nacionalmente nas últimas semanas, a luta #contraoaumento está gerando protestos de Norte a Sul do país. Já são inúmeras as cidades com manifestações pedindo o não-aumento da passagem, como: Uberlandia/MG, Campinas/SP, Aracaju/SE, Belém/PA, Belo Horizonte/MG, Rio de Janeiro/RJ, Joinville/SC, dentre outras. Unir estas lutas é tarefa fundamental, fazendo com que o movimento contra o aumento se torne ainda mais forte.


Na contramão dessa história, os setores governistas que dirigem as entidades nacionais dos/as estudantes secundaristas e universitários/as (UBES e UNE respectivamente) se omitem e até mesmo negociam junto a Prefeituras e Empresas, prestando um desfavor à luta dos/as estudantes e de toda a população que acaba pagando mais caro a conta dessa não-manutenção do direito do “ir e vir” no intuito de colocar o transporte como direito de todo e qualquer cidadão. Ao nosso ver, a direção majoritária da UNE e da UBES precisam se colocar contra quaisquer tipos de repressão e criminalização que o movimento sofra, e também devem estar ao lado desses/as estudantes que estão se mobilizando em todo país. É válido ressaltar que nossa luta deve ir muito além da redução (prioridade imediata), nossa luta deve ser por um transporte público realmente gratuito e de qualidade, que possibilite uma cidade menos poluída, suja e congestionada.
Neste sentido, nós, coletivos abaixo assinados, que compomos a Oposição de Esquerda da UNE, estamos comprometidos com a unificação deste processo de luta, tentando coordenar nacionalmente esta pauta, para mobilizar até barrar o aumento nas tarifas, repudiamos a repressão a qual os/as manifestantes de Teresina e Vitória sofreram, e nos posicionamos na defesa dos/as estudantes que estão na luta contra o aumento em todo o Brasil!

Construir a plenária nacional #ContraOAumento!
Dia 19/01 realizaremos atividades em diversas cidades simultaneamente, com atos de rua e reuniões contra o aumento. Fazemos um chamado a todos/as os/as lutadores/as das ruas de Belém, Teresina, Vitoria, Minas e todas as outras cidades que estão em luta a virem a Porto Alegre-RS no período de 24 a 29 n de janeiro para o Fórum Social Temático 2012. Neste espaço, realizaremos uma grande plenária nacional da Oposição de Esquerda e queremos realizar uma plenária nacional contra o aumento de tarifas construída com demais setores de luta do M.E. no dia  27/01, encaminhada pelo DCE UFRGS.

Resistir até a tarifa cair!


Juntos! Juventude em Luta
Coletivo Levante!
Coletivo Vamos à Luta!
Rompendo Amarras (Barricadas, Dialogação e Domínio Público)
Campo Contraponto
Viramundo
DCE UFU – Gestão Aos Que Virão
DCE UNAMA


17 de Janeiro de 2012.

3º Ato Público pela redução da tarifa e contra o aumento do preço do passe de ônibus


quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Nota Pública contra a expulsão de 6 estudantes da USP

Na última sexta-feira, dia 16 de dezembro de 2011, em despacho publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo, o reitor João Grandino Rodas anunciou a expulsão de seis estudantes da Universidade de São Paulo, que estão participando da ocupação na moradia estudantil (CRUSP). A reitoria da USP optou pela pena de eliminação do corpo discente da universidade e exclusão do CRUSP a estudantes em luta por uma política de permanência estudantil que possibilite que estudantes de baixa renda possam frequentar a universidade pública.

Essa agressão ao direito democrático de organização e ação política no interior da universidade foi respaldada por um decreto dos anos de Ditadura Militar, mais precisamente de 1972. O decreto mencionado, em seu artigo 250, trata como falta de indisciplina grave, passível de punição, as seguintes ações: “promover manifestação ou propaganda de caráter político-partidário, racial ou religioso, bem como incitar, promover ou apoiar ausências coletivas aos trabalhos escolares”. O conteúdo deste decreto está claramente em contradição com o livre direito de greve e de manifestação política, garantidos pela Constituição Federal de 1988.

Essa medida do reitor é parte integrante da política repressiva da administração da universidade e do governo estadual contra o movimento organizado no interior da USP. Só neste ano de 2011, vimos a ameaça de demissão de dirigentes sindicais do SINTUSP, a prisão de 73 estudantes que se mobilizavam contra a presença da Polícia Militar no campus e, agora em meados de dezembro, essas absurdas expulsões. Explicita-se a intenção das autoridades constituídas de quebrar qualquer resistência à aplicação de seu projeto de universidade.

Diante deste grave acontecimento, as entidades e organizações políticas abaixo assinadas repudiam a repressão exercida por João Grandino Rodas e convocam o conjunto dos movimentos estudantil, popular e sindical brasileiros a se incluírem numa grande campanha em defesa da liberdade de manifestação política, instando a reitoria da USP a anular imediatamente a expulsão desses seis estudantes.

Assinam:

ADUSP – Associação dos Docentes da USP
SINTUSP – Sindicato dos Trabalhadores da USP
DCE Livre da USP “Alexandre Vannucchi Leme”
AMORCRUSP – Associação de Moradores do CRUSP gestão “Unidade Cruspiana”
CA XXXI de Outubro – Centro Acadêmicos 31 de Agosto [Enfermagem]
CAASO – Centro Acadêmico Armando Salles de Oliveira [São Carlos]
CAELL – Centro Acadêmico de estudos Literários e Linguístico “Oswald de Andrade”
CAER – Centro Acadêmico “Emílio Ribas” [Saúde Pública]
CAF – Centro Acadêmico da Filosofia “Prof. José Cruz Costa”
CAHS – Centro Acadêmico Hebert de Souza [Gestão de Políticas Públicas]
CALC – Centro Acadêmico Lupe Cotrim [ECA]
CAMAT – Centro Acadêmico da Matemática
CAPPF – Centro Acadêmico Professor Paulo Freire [Educação]
CARB – Centro Acadêmico “Rui Barbosa” [Ed. Física]
CAUPI – Centro Acadêmico Unificado de Pirassununga
CEGE – Centro de Estudos Geográficos “Capistrano de Abreu” CAHIS – Centro Acadêmico de História
CEQHR - Centro de Estudos Químicos "Heinrich Rheinboldt"
CEUPES – Centro Universitário de Pesquisa e Estudos Sociais [C. Sociais]
DALorena - Diretório Acadêmico da Escola de Engenharia de Lorena


ANEL, ANDES-SN, CSP-CONLUTAS, SINASEFE, SINSPREV/SP, STU - Sindicato dos Trabalhadores da UNICAMP ,Sub-Sede da APEOESP Santo Amaro, MTST, SEPE-RJ, SindRede-BH

Organizações:
Barricadas Abrem Caminhos [Rompendo Amarras], Coletivo “Há quem sambe diferente”/PUC-Minas, Coletivo Construção, Coletivo Geografia na Luta/UFS, Coletivo “USP que queremos”, Construção Coletiva, Dialogação [Rompendo Amarras], Domínio Público [Rompendo Amarras], Frente de luta dos CA’s/UFMT, Juntos, Juventude LibRe, Movimento 89 de Junho (PUC/RS), Não Vou me Adapar (chapa pro DCE Livre da USP), Universidade em Movimento, Coletivo Feminista Yabá, Coletivo “Tomando o céu de assalto”/PUC-SP


DCE’s: UEM, UFJF, UFPA, UFPel, UFRGS, UFRJ, UNICAMP,


DA ICB/UFMG
ComuniCA/UFMG
DA Musica/UFMG
DA Letras Gestão “Ao Pé da Letras”/UFMG
CAEF/UEM
CABAM/UFRGS
CAAP/UFMG
CAPSI/UFMG
DACOI/PUC Minas
CECS/UFRGS
CAEF/UNIFAP
DA 26 de Julho/UFES


Executivas e Federações de Curos:
CEREGENE – Coord. Executiva Regional dos Estudantes de Geografia do NE
CONEEG – Confederação Nacional das Entidades Estudantis de Geografia
CONEP – Coordenação Nacional dos Estudantes de Psicologia
ENEBio – Executiva Nacional dos Estudantes de Biologia
ENECOS – Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social
FEMEH – Federação do Movimento Estudantil de História
FENED – Federação Nacional dos Estudantes de Direito

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Nota OE- UNE: Vitória da mobilização: Reitor da UNIR renuncia

Após 71 de greve e 50 dias de ocupação da Reitoria, o movimento estudantil e sindical obteve uma grande vitória, a renúncia do Reitor José Januário de Oliveira Amaral. Além da péssima gestão no comando da UNIR, que a deixou em situação deplorável, o agora ex-Reitor está profundamente citado em várias denúncias de corrupção, envolvendo a fundação de “apoio” da UNIR, a Riomar (Fundação Rio Madeira).

Manifestação em frente a Reitoria da UNIR
A justa mobilização da comunidade acadêmica foi perseguida por ameaças aos grevistas. Um professor foi preso durante as manifestações, dois estudantes foram detidos por confeccionarem material de divulgação à sociedade com as denúncias à Reitoria.
Mesmo com as ameças e agressões o movimento mostrou que a greve e a ocupação foram os métodos necessários para mudar a UNIR. A luta intensa travada nos últimos 70 dias mostrou como se conquista. Esta conquista contra a corrupção e contra o descaso absoluto do ex-Reitor com a Universidade deve ser saudada por todo o Brasil. Acompanhamos pelo notíciário e pelas notícias do comando de greve da UNIR os desdobramentos da luta que não se encerram com a queda do Reitor, que, repetimos, só foi possível graças à coragem e à determinação dos estudantes, funcionários e professores envolvidos nesta batalha, justa e legítima em defesa de uma UNIR Pública, Gratuita, de Qualidade, socialmente referenciada.
Infelizmente, as Universidades brasileiras estão distantes de um funcionamento democrático e transparente, que impeça e puna casos como o da UNIR. Na maioria das Universidades Públicas a comunidade acadêmica não elege o seu Reitor democraticamente, estamos ainda submetidos ao modelo do 70/15/15, em que os professores possuem 70% do peso de decisão nas Universidades. Isso gera um descontrole, já que o corporativismo de muitos docentes ajuda a beneficiar uma pequena elite acadêmica. As lutas dos estudantes, funcionários e professores comprometidos com a popularização da Universidade brasileira ainda não encontra representação nos Conselhos Universitários. Por isso, tantas lutas e ocupações de Reitoria estouraram pelo Brasil em 2011, em especial na USP, na UFF e na UFPR.
De todos os cantos do Brasil, parabenizamos os lutadores da UNIR pela garra e pelo exemplo. Estamos à disposição para as próximas batalhas. É preciso lutar, é possível vencer.
Oposição de Esquerda da UNE

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Consulta Eletrônica em defesa da EDUCAÇÃO PÚBLICA

 

Para quem ainda não participou do Plebiscito Nacional por 10% do PIB na Educação Pública segue o link para a consulta via eletrônica. Participe, divulgue!